O uso de inteligência artificial por juízes nos EUA cresce para tarefas de análise e síntese de documentos, com debates sobre limites éticos e influência nas decisões.
A adoção da inteligência artificial nos tribunais americanos vem crescendo, com juízes utilizando ferramentas digitais para analisar grandes volumes de documentos e otimizar tarefas rotineiras, sem influenciar as decisões finais. Embora haja cautela e resistência diante do risco de erros e da influência algorítmica, softwares oferecidos por empresas como a LexisNexis já estão disponíveis em câmaras federais, marcando o início de uma transformação gradual no sistema jurídico. A discussão atual se concentra em garantir supervisão humana e transparência, diante de preocupações éticas e possíveis impactos no futuro do judiciário.
Fonte:The Wall Street Journal – Tech News Briefing
Data:09 de janeiro de 2026









